Uma União Soviética para jogar a minha regra favorita, a brasileira liso. Feita pelo Walter da Bahia, artesão fantástico.
Futebol de botão (mesa), memórias, divã, minha caminhada neste planeta. Compro botões antigos, tratar 51 98130 - 9227.
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
sexta-feira, 25 de dezembro de 2020
Burrices
As Grandes burrices, besteiras etc que já passaram pela minha linha do tempo sobre futebol
quarta-feira, 23 de dezembro de 2020
Os micro
Eu não curto estes botões, sempre acho que vou deixar cair no chão e eles vão se arrebentar, mas valem como moeda de troca.
Homem Aranha
O dia no qual fui o Homem Aranha
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
2020
2020, o ano que não aconteceu (no futebol de mesa)
Desconfio, e vou me certificar.
Estou certo. Não houve campeonatos da Regra Brasileira em
1973, 74 e 75; Não faço ideia dos motivos e penso, será que em 2060 saberão de
imediato por que não ocorreram campeonatos em 2020 ou serão como eu, que nem
desconfio do que ocorreu nesses anos.
O primeiro campeonato que eu iria participar seria o Centro
sul de liso, em Caxias do Sul. Cidade que gosto, gosto do pessoal de lá, da
Associação deles, sabia que seria bom. Mas, esse ano foi o ano do seria. Nos
grupos de whats começa aos poucos o assunto e como de costume nesses redutos de
“intelectuais” há os donos das verdades absolutas, como se elas existissem.
Uma mentira e tanto, pois uma coisa a pandemia deixou claro.
Ninguém sabia/sabe de nada.
Viajar de avião, por exemplo. Ao longo desses meses li que
era perigoso ao extremo, depois li que o ar por ser renovado fazia com que
fosse uma experiência relativamente tranquila e depois li que não, os riscos
são altos, talvez dos maiores. O que eu sei agora? Não faço ideia, na dúvida
cancelei minha ida para o Rio.
Um outro exemplo. Em março parecia que a Itália ia acabar,
depois lá para junho era um exemplo a ser seguido, há pouco degringolou de novo
e agora parece ter estabilizado em números altos.
O ano do ponto de vista de campeonatos, confraternizações
foi um ano perdido. Mesmo a retomada em algumas associações com campeonatos
tímidos e desfalcados quando parecia que estávamos indo bem quanto à pandemia
foi estranha. Eu me senti de cueca numa festa de smoking, tenso. Críticos perguntarão,
por que foi afinal? Ora, cada um sabe de si, a alternativa de ficar em casa é
extremamente enlouquecedora para alguns e tivemos vários altos e baixos nesta
pandemia, algumas vezes pareceu ser mais “seguro” retomar e cada um avalia sua
balança, acho que somos grandinhos para isso.
Com a ausência total do que fazer 2020 foi o ano das lives.
Eu nunca tinha visto uma até 2020, me recusava, mas quando em determinado
momento a alternativa era ver uma ou assistir o campeonato hondurenho de
futebol a live ganhou.
E tivemos algumas boas. A lógica dos organizadores foi a
mais simples possível, vamos chamar os melhores jogadores, serão eles os com as
melhores histórias e atrairão o maior público. Funcionou, mas cansou. Alguns jogam
bem e são figuras interessantes, outros se você tiver que dividir um carro de Porto
Alegre até Florianópolis para um campeonato o suicídio começa a ser real a partir
de Torres.
Num ano tão terrível
como esse poderíamos assumir que ocorreria uma elevação espiritual coletiva. Trambiqueiros
ficariam honestos. Arrogantes virariam um Sassá Mutema. Todos nós iríamos acusar dois lances, faltas
não vistas pelo juiz ou algum outro lance polêmico. Acreditei inclusive em
algum momento que as brigas políticas cessariam.
Besteira. O ser humano é um escorpião como nos conta a fábula
manjada que colo abaixo.
Em um texto tão pessimista acabar é um alívio. Poucos
chegarão até o final deste texto, eu mesmo já me cansei dele. Assim como me
cansei de 2020.
Adeus.
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A foto que coloquei aqui é do final do filme Planes, trains and
automobiles quando depois de várias intempéries eles conseguem voltar para seu
lar. Numa analogia simples, seria voltar para nosso mundo mais seguro, claro
que estou simplificando ao extremo, mas alguns entenderão.
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Vamos à velha fábula de Esopo, que provavelmente você já
conhece: um escorpião precisava atravessar o lago, mas não sabia nadar. Pediu
então ajuda a uma rã, que por ali estava. E a resposta foi imediata:
– Tá pensando que eu sou
trouxa! Você vai me picar!
E o escorpião diz:
– Ora essa! Se eu te picar
nós dois morremos! Fique tranquila.
A rã, convencida pelo argumento, concordou. O escorpião subiu em
suas costas e lá foram os dois, deslizando suavemente pela superfície da água.
Na metade do rio a rã sente a picada!
– Ai!
E enquanto começa a sucumbir envenenada, pergunta ao escorpião:
– Cara! Por que você me
picou? Agora nós dois vamos morrer!
E o escorpião responde:
– Não pude fazer nada…
essa é minha natureza.
domingo, 13 de dezembro de 2020
o vasco é o time da virada
Esse botão tem um perolado bonito, parece uma escama de peixe. Ele é bem alto também.
Talvez o escudo seja dispensável, todavia eu curto.
Palheta esquisita
Não sei, acho que blogs vão acabar e eu não tenho vindo muito aqui.
Mas, hoje chegou essa palheta num lote que foi uma roubada, só botões pequenos.
Fica a foto como curiosidade
segunda-feira, 12 de outubro de 2020
Confissões
Honesto, mas sem muito esforço, a falsificação dos botões e uma CONFISSÃO - na verdade duas
terça-feira, 8 de setembro de 2020
Boca Juniors
Um belíssimo time que pretendo, talvez, jogar os campeonatos da regra 1 toque. Por enquanto na espera da vacina.
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
O dia que fui demitido...antes de ser contratado.
O dia que fui demitido antes de ser contratado..... talvez pelo meu sobrenome
Quando fui demitido do hospício no qual trabalhava estava bem claro na minha cabeça que iria fazer concursos públicos.
Tinha começado a estudar já no final da minha experiência na Clínica, atravessava a Zona Sul do Rio da Rocinha até o Centro e estava começando a me acostumar com aquele universo que em breve acharia maravilhoso e desafiador.
Porém, logo depois da minha demissão surgiu um grilo falante pra me atormentar. Sei lá por que fui chamado para uma entrevista numa Clínica de Oncologia, na Tijuca.
Hesitei em ir, mas como tempo era o que me sobrava resolvi aceitar o convite.
Chegando lá fui bem recebido pelo dono da Clínica, um medico com nome de um ex presidente da CBF. Eu nunca me saí bem em entrevistas, mas havia uma afinidade entre nós, pois ambos havíamos estudado no Colégio Santo Inácio. A conversa fluiu e no final ele emendou que eu estava contratado.
Claro que fiquei surpreso, uma entrevista só e pronto, contratado por um cara que nunca ouvi falar na vida, e para uma área que não é o sonho de um hipocondríaco.
Pensei, minha temporada de concursos se encerrou, tudo bem, ainda estava na primeira marcha.
Ledo engano.
O meu ex futuro chefe me chamou para mais uma entrevista, eu supostamente empregado (sem formalizar) já seria apresentado ao trabalho. Lá fui eu ouvir todos os detalhes das minhas funções, como deveria me portar, os afazeres e tal. Nesta entrevista ele me passou o salário, quase o dobro do que eu ganhava, fiquei feliz e aguardando sacramentar nossa união felizes para sempre na CLT.
Houve, porém, uma terceira entrevista. Nesta estava o filho dele. Rapaz jovem, médico como o pai, cara de almofadinha, provavelmente lapidado pelo pai nos pensamentos e ambições. Seria mais um bate papo informal esta terceira entrevista, contudo acho, somente acho, que ocorreu um fato que mudou a minha trajetória de contratado pra demitido.
Papo vai, papo vem, o filho solta a pergunta com gosto de retórica.
- Então você é da família João Fortes né;
Explico: João Fortes é ou foi, já não sei mais, uma empresa muito tradicional no Rio no ramo de construção civil. Algumas vezes acharam que eu era da família quando na verdade não faço ideia de nada deles, a não ser que um deles foi Deputado Federal.
- Não, não, não tem nada a ver comigo.
Como disse não sei se esta resposta teve algum impacto. Sei que fui chamado ainda para uma quarta entrevista. Esta lembro bem, aqueles prédios de Copacabana de elevador apertado onde funcionava uma das filiais. Era um sábado ainda, eu de ressaca monstra me dirijo até lá pensando o que tanto querem me entrevistar.
Consultório cheio, chego por volta das 9 e fico no aguardo para minha última entrevista. Pego umas daquelas Revisas Caras deprimentes e folheio lentamente, esperando a chamada que nunca vem e nunca veio. Por volta das 11 a secretária me diz que o médico não me receberá, meu ex futuro chefe, já não gosto da palavra Doutor, quanto mais para este.
Pego o ônibus pra casa num dia ensolarado do Rio sabendo que o caminho me foi mostrado de forma indireta, com uma negativa sem palavras. Jamais soube se foi pelo meu sobrenome, se cometi alguma gafe em uma entrevista ou uma mera mudança de planos.
Simplesmente segui meu caminho depois, agora de forma definitiva.
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
Zé Chinelo
O Ano Perdido e o Zé Chinelo no Futebol de Mesa.
O ano está perdido como todos sabem. Praticamente todos os campeonatos cancelados, no meu universo no Rio Grande do Sul uma remotíssima possibilidade de ter a Taça Rs em dezembro.
Todos tristes, portanto!!!
Não, nem todos. Há alguns que tem orgasmos retumbantes com o cancelamento dos torneios, da associações fechadas, do silêncio dos gols.
O Zé Chinelo.
Toda Associação de Futebol de Mesa que se preze tem um Zé Chinelo. O Zé Chinelo é aquele cara que reclama da mensalidade, reclama que é roubado nas mesas, reclama que o café do bar tá caro sem nunca ter consumido. Cerveja chance zero de consumir, o Zé Chinelo não bebe.
Se a Associação faz um torneio de fim de semana a 40 reais com almoço e troféu ele vai reclamar. Tá caro, estão roubando, o Zé Chinelo dirá;
Pouco importa se baixar para 30 ou 20, o prazer do Zé Chinelo é reclamar.
O Zé Chinelo adora grupos de whats. Manda mensagens enormes, o tamanho do áudio é proporcional a chatice da pessoa, isso é tão claro quanto a terra é redonda. O Zé Chinelo manda aqueles enormes, de voz empostada pra transmitir credibilidade. Mal sabe da lei universal, passou de 3 minutos você é um chato.
O Zé Chinelo reclama do preço do Centro Sul, do Brasileiro e da Copa do Brasil. A chance dele ir é zero, nem de graça ele iria, porque o Zé Chinelo é mandado pela mulher. Ela não deixa ele ir, mas ele reclama como se a questão fosse financeira. Mentira!
No fundo o Zé Chinelo não gosta de futebol de mesa, botão; Ele gosta de reclamar, de desenvolver teses, seu sonho é ter um cargo. Ele quer ser presidente de algo. Ninguém o ouve na vida, mas quando ele esta em uma Associação é a sua chance de ter sua lamúrias ouvidas.
Sua Associação tem um chinelo.
Se você não sabe, cuidado.
Pode ser você!!!
segunda-feira, 17 de agosto de 2020
Enfia o Falcon no C
ENFIA o Falcon no c...
E numa dessas tardes meio tediosas de trabalho me chega uma mensagem pelo whats de um contato que nem tenho salvo. Direto ao ponto, sem muitos floreios.
- Cocão, tudo bem? Cara, me dá uma ajuda aí, só restou você. Tem uma promoção do Falcon que eu quero pra mim, mas tô sem grana. Você compra pra mim e eu te pago aos poucos?!
E eu, pego de surpresa, comecei a pensar. Falcon??????????? Pô, até acho legal, tive um criança, com helicóptero e tudo, mas digamos que não é uma prioridade para um pedido, além do mais nessa época.
Eu não respondi que não, falei pode deixar, vou ver, etc etc etc, porque fiquei com vergonha de falar que não.
E assim o tempo passou, o amigo me mandava umas mensagens pelo whats sobre assuntos meio aleatórios, vídeos de 10 minutos e eu não respondia. Não por falta de educação, mas eram assuntos meio loucos mesmo e eu pensando, porra, um Falcon?
Um belo dia ele me manda uma mensagem enorme, algo muito específico, mas um pouco abaixo tinha a seguinte frase:
Ah, e enfie o Falcon no C...
Juro que comecei a rir. Tipo, alguns eu teria ficado chateado, mas dessa pessoa realmente eu gosto, botonista raiz.
Não foi muito elegante, mas tudo bem.
domingo, 16 de agosto de 2020
Botões gaúchos
Meus amigos
Belos botões, a tão falada matéria prima galalite que no Rio confundem e nunca cheguei a conclusão do por quê!
Transcrevo um levantamento que fiz no Facebook, mas não obtive resposta satisfatória.
Pessoal do Rio,
Uma dúvida sobre o uso da palavra galalite pros botões. Lembro que na minha infância a gente jogava com tudo que é botão misturado, brianezi, estrela e bertisa, mas os teoricamente melhores chamávamos de galalite. Sei que quando vim pro Sul peguei a diferença de composição entre os materiais e sei com uma boa dose de certeza qual material é galalite e qual é acrílico.
Mas, um amigo meu me disse que o chamar de galalite tem a ver com a Fábrica de brinquedos Glasslite. Havia o chaveiro em acrílico e houve uma confusão com o nome, algo assim.
Pra mim na infância era assim, a gente quando ia negociar ou trocar falava:
- Ah, esse é de galalite!!!
E automaticamente aquele botão que não jogava nada virava um Zico.
Quem souber a origem do nome no Rio me conta aqui!
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
Foi um Rio
Faz três anos que fui embora do Rio. Mesmo que a distância nos dê um poder de análise dos defeitos muito maior e o passar dos anos crie em nossas mentes visões estereotipadas arrisco a dizer que é um lugar diferente. Poderia me limitar ao óbvio, paisagens, praias e morros, mas é muito mais que isso. Na verdade, isso é uma pequena parte. Ser carioca é ter um estilo de vida.
O carioca é o parente folgado, meio louco, que todos nós temos, recriminamos, contudo o que mais gostamos e admiramos. Queremos ser como ele. Pois é leve e a vida tem que ser levada assim. De forma leve. Como um sábado de sol no Rio.
Todos são próximos. Em meia hora de conversa no Bar você ouve o “coé mermão” cheio de intimidade de quem nunca havia te visto. Nessa meia hora contará sua vida, o “desconhecido” contará a dele e vocês sairão de lá como melhores amigos, cheios de promessas de encontros e reuniões que jamais se concretizarão.
Outro dia um grande amigo meu que também mora fora escreveu que lembra do Rio ensolarado e extremamente quente. É engraçado que ao ler as palavras dele me lembrei daquele céu azul sem uma nuvem, daquele calor senegalês, mas lembrei muito mais do quente como um abraço, daqueles eternos, como se a cidade me abraçasse.
A última vez em que estive no Rio foi em Julho, no gélido inferno carioca. Achei engraçado aqueles bares lotados de segunda a segunda, as ruas cheias, os gritos, pois carioca não fala, berra. Senti em casa novamente, como se nunca tivesse saído e parei para refletir sobre os rumos que tomamos.
Lembrei do dia que parti, temeroso com os novos rumos. Não me arrependo, acho que sair da sua zona de conforto te faz crescer como pessoa, amplia seus horizontes, mas esse rio de lembranças percorre minha mente todos os dias. O Rio que passou na minha vida e em algum momento houve uma bifurcação. Como a vida de todos nós que, quando menos esperamos, nos apresenta novos caminhos e subitamente temos que escolher qual a seguir; Navego em outras águas agora, mais geladas, mas ainda avisto aquela cidade especial nos meus olhos fechados
quinta-feira, 6 de agosto de 2020
Entrei mudo e saí...
Entrei mudo e saí....
Meu primeiro emprego foi altamente contraditório para minha personalidade. Operador de Telemarketing! Logo eu que quase não abria a boca, tímido ao extremo, "arrumei" um emprego no qual deveria falar durante seis horas seguidas. Na verdade eu não arrumei o emprego, eu era um peixe, o que fiquei sabendo um tempo depois.
Explico: meu pai tinha muitos contatos e um belo dia ele me avisa de uma boa oportunidade, salário alto para telemarketing, bom ticket refeição, seis horas por dia etc
Eu fiquei feliz, porém acreditava que o contato era um passo inicial; deveria me sair bem na entrevista, dinâmica de grupo e coisas do tipo. Claro que fiquei nervoso, haja vista minha experiência anterior que contei aqui na qual eram 3 indicados, duas vagas, e eu rodei.
Sei que minha chefe, que havia feito a entrevista, algum tempo depois disse:
- Fabio Sérgio( Um dia eu explico o Sérgio), você não abriu a boca na entrevista!!!
Então, me dei conta que fui o primeiro candidato a emprego a ser aprovado não tendo aberto a boca.
Sempre achei que essa imagem tímida tinha colado em mim na empresa, mas quando retomo o contato com alguns colegas nesta pandemia que me remete a laços do passado não tão amarrados ou sedimentados me parece que eu era um tanto quanto diferente do que eu me enxergava.
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Outro dia me chamou a atenção o comentário de um colega do meio do Futebol de Mesa!
- Fabio Fortes (agora já sou conhecido pelo meu nome) entra mudo e sai calado!
Aqui diferente do meu primeiro emprego eu já achava que passava uma imagem mais, digamos, descolada. Não tão arisca como se apreende deste comentário do colega.
De fato, não faz meu estilo cumprimentar todos, contar piadas, rodar o salão com cumprimentos efusivos e ouvir cantos de "Ele é um bom companheiro".
Gosto de grupos menores, conversa de bar e resenhas que se aprofundam conforme a cerveja gelada desce.
Provável que não terei o destino feliz do meu primeiro emprego, não existe peixe em campeonatos, agora dependo exclusivamente de mim e do meu talento, ou da falta dele.
Melhor assim.
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Um amigo lê meu texto e diz como sou visto.
- 3 pontos!























